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1ª Conferência da Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica

Entendendo o Trabalho da Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica

A PNME agrega mais de 30 instituições da indústria, poder público, sociedade civil e academia
 

A Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica (PNME) começou a sua atuação a partir de um diagnóstico elaborado no segundo semestre de 2019, tendo o seu início oficial em fevereiro de 2020. A liderança e o planejamento estratégico são feitos por um Conselho Gestor, formado por um grupo de instituições que incluem órgãos governamentais, agências, indústria e sociedade civil. 

O Secretariado-Geral, sob coordenação do Ministério Alemão de Cooperação Econômica e para Desenvolvimento, por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH, juntamente com o iCS (Instituto Clima e Sociedade), é responsável pela gestão da plataforma e organização das atividades. 

Como parte das atividades, a iniciativa realiza entre  os dias 16 e 19 de novembro de 2020 a 1ª Conferência da Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica. O evento será em formato digital e reunirá especialistas nacionais e internacionais para debater a mobilidade elétrica no Brasil.

Atualmente, a PNME conta com uma Comissão de Ciência & Tecnologia, que reúne nomes relevantes da pesquisa em mobilidade elétrica no Brasil. E dois grupos de trabalho que focam em: alavancar a eletrificação do transporte público e promover a formação profissional voltada a mobilidade elétrica no país. O propósito da plataforma é  fomentar pesquisas, projetos e soluções tecnologias junto aos tomadores de decisão para a construção de políticas públicas para o setor.

Dessa forma, a iniciativa tem importante papel na promoção da mobilidade elétrica e no desenvolvimento da eletrificação de transportes no Brasil, contribuindo com uma estrutura de governança que articula estas discussões e iniciativas com o objetivo de aumentar a sua eficácia e seu impacto. A PNME atua como um espaço de articulação que congrega os principais atores da mobilidade elétrica, potencializando os sucessos dessas instituições em seu trabalho.

Para Marcel Martin, coordenador do portfólio de Transportes no iCS e coordenador-executivo da PNME, a falta de competitividade é um fator que ainda dificulta o crescimento da eletrificação no mercado brasileiro. “Temos o desafio aqui de mudar a lógica do mercado. Em outros países as montadoras já estão olhando para esse futuro, mas aqui a discussão é tímida. Precisamos focar na transição do veículo movido por combustíveis fósseis para o de zero emissões. O Brasil tem que olhar para a economia do futuro, que com certeza não é baseada nos veículos movidos a combustíveis fósseis.”

Segundo Martin, a eletrificação do transporte público é a que mais tem se desenvolvido atualmente no Brasil. “A pandemia de Covid-19 pode retardar um pouco o avanço dessa agenda, mas várias cidades do país já preveem a implementação de ônibus elétricos em suas frotas, como Campinas, Salvador, Santo André, São Bernardo e São Paulo”, destacou.

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Por Comunicação da 1ª Conferência da Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica

 

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